terça-feira, 29 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Uma graça jaz ... (Another REQVIEM)
Uma graça sobre relva jaz,estendida.
Seca,pálida,desnudada.
Quando eu,desejada a ver cópulas
Sob carvalhos rugosos,secos,pálidos,desnudados
Orarei a Vossa Graça entre a névoa e mangalhos.
Perfuram orifícios.
Who fucks who? De quem é o broche?
Agora,jazo eu,desnuda,pálida,seca.
Vossa... teimosia exturque toda a tesão.
E vossa piça não perfura coração.
Deixai-me ao menos,governar.
E com vossa piça...
As paixões mais leis trarão.
Sodomia aqui,acolá.
Fora com Buggery & Witchcraft Acts
"Perdoai-me, My Lady"
Yes. I must always forgive you.
Mas cresci seca de perdão.
My Lord...
Let me reign.
Seca,pálida,desnudada.
Quando eu,desejada a ver cópulas
Sob carvalhos rugosos,secos,pálidos,desnudados
Orarei a Vossa Graça entre a névoa e mangalhos.
Perfuram orifícios.
Who fucks who? De quem é o broche?
Agora,jazo eu,desnuda,pálida,seca.
Vossa... teimosia exturque toda a tesão.
E vossa piça não perfura coração.
Deixai-me ao menos,governar.
E com vossa piça...
As paixões mais leis trarão.
Sodomia aqui,acolá.
Fora com Buggery & Witchcraft Acts
"Perdoai-me, My Lady"
Yes. I must always forgive you.
Mas cresci seca de perdão.
My Lord...
Let me reign.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Nada Pelas Medidas (REQVIEM)
Olhos cansados te tanta libertinagem tentar ver,
Membros fatigados de vão empenho de adormecer,
Uma música indiana de fundo,
E rouxinóis poetas a acompanhar.
Um mastro inalcançável cansa o gozo.
Bela e inquietante juventude está a ser
Não quero dela padecer.
Nada acende mais a alma que o trágico,
A dúvida,a incerteza
E destas,o plágio.
Então,encaminho-me
Ao compladecente Jardim Público
Mostrando o que é mamário
E púbico.
Velho mundo é,com tudo se espanta.
Até mesmo eu! Que julgo ser uma anta.
Encenemos,então, o hipócrita espanto.
Vejamos galãs a acobardar
E miladies em pranto.
Avante vá a minha vontade,
De ver mangalhos e tetas!
Não me podia ficar com nada pela metade,
pois não?
Membros fatigados de vão empenho de adormecer,
Uma música indiana de fundo,
E rouxinóis poetas a acompanhar.
Um mastro inalcançável cansa o gozo.
Bela e inquietante juventude está a ser
Não quero dela padecer.
Nada acende mais a alma que o trágico,
A dúvida,a incerteza
E destas,o plágio.
Então,encaminho-me
Ao compladecente Jardim Público
Mostrando o que é mamário
E púbico.
Velho mundo é,com tudo se espanta.
Até mesmo eu! Que julgo ser uma anta.
Encenemos,então, o hipócrita espanto.
Vejamos galãs a acobardar
E miladies em pranto.
Avante vá a minha vontade,
De ver mangalhos e tetas!
Não me podia ficar com nada pela metade,
pois não?
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
FAREWELL
Já sei o porquê de não conseguir escrever...
...
A saudade já existia.
O DOMINE DEVS DONA MIHI PACEM
...
A saudade já existia.
O DOMINE DEVS DONA MIHI PACEM
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
I couldn't Write This Poem...
Gritaria imensa,tola,saíra de boca de tolos
Da discussão frívola de tetas serem toldos.
E,ainda,feita,foi mais uma conversa de traseiros.
Quem valerá a quem?
Já são assaz torturantes "capitas" insapientes.
Queixosas da merda genital latente.
Ainda dispostas,putas,muito putas são.
Latejantes.
Haveremos rameiros jazidos lânguidos,no chão.
Encharados em vinho,os seus preciosos são.
E,nós,matronas,os bebemos.
Quem valerá a quem? Que foderá quem?
Esfumam-se os homens.O estrogénio impertinente insiste.
Da discussão frívola de tetas serem toldos.
E,ainda,feita,foi mais uma conversa de traseiros.
Quem valerá a quem?
Já são assaz torturantes "capitas" insapientes.
Queixosas da merda genital latente.
Ainda dispostas,putas,muito putas são.
Latejantes.
Haveremos rameiros jazidos lânguidos,no chão.
Encharados em vinho,os seus preciosos são.
E,nós,matronas,os bebemos.
Quem valerá a quem? Que foderá quem?
Esfumam-se os homens.O estrogénio impertinente insiste.
domingo, 25 de julho de 2010
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