Meu amaldiçoado intocável,Sois protegido
Como um Monge...
A Chama da inocência envolve-vos,o Vosso odor viril está a incendiar-me
Visão de Diana nublosa,as retinas recuadas
Entorpeçando Vosso corpo,rasga cortinas
Com Libído
Mordei Vosso dedo...
O aterrador arco,Vosso pesadelo,
Flecha de madeira em Vossa cama;
Adorada por bestas selvagens;
Nua Fertilidade...
Na cama de ferro,os pulsos amarrados
Levai a questão sanguinária conjuntamente com o pão de Sumo
Aroma de Carne fresca,a uma caçadora,
É agarrar-Vos em minhas garras;
Libertinagens de um Arcanjo
Assediando-Vos,virgem
Vossos olhos de lince postos em espartilhos
Libertai vosso corpo a mim
Penetrai a Fertilidade
Rejeitai o podre Alcorão,ardam as Bíblias em líquido
Profundo imundo malvado pecado,na minha profunda íris
Arranquemos a maçâ da luxuriante àrvore;
Atrocidades de Vodka,não foram concebidas por ferro
Senhor Adão e sua espinhosa origem
Lágrimas de sangue numa escultura pagã
Pele de cera vaginal,a cingir
Uma ecantadora armadilha aos oradores.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
"Luís,o Sol;Philip,o Ferro"
Sentai-vos no muro santíficado sangrento da realeza
Correi dentro do narcisita corredor para enferrujar as aias
No Eufemismo estava descrito
Era a Vossa celestial metade emergindo da poeira
Cambaleando e com o Deus maldito,o mendigo
Detonem as torres,Ele próprio se rebaixa
Rasteja com amantes,secai-os na neve
Mergulhai no poço de Mobi
Chamem Atlante e Tonante
Cubra Marte e Vénus
Vosso reino está prestes a desabar
Rasgai este ser nojento transversalmente no trono
Lunático,Regedor Eu desejo vossa caveira
Seis milhões de cavalos
Terão carregado vosso cerrado espelho
Até ao dia em que Ele terá carinhosamente mordido o isco...
Irreflectido como mármore ergue-se no grito de zéfiro
O Apogeu com prazer nas vossas corruptas dignidades
"O Estado Sou Eu
Minha celestial metade oculta no escuro
Vós mentalizarde-vos
Que moral Miguel Ângelo
Fora Vosso desprezado criador"
Fanatismo Versus Hipócrisia
Inflexibilidade em vulva
Saudem os amigos da Onça
No cemitério de água suja
Apresentem vossa cunha à Vaidade
Minhas irmãs de Luxúria
Onde estava o sol quando me deveria prestar vassalagem à parte?
Ficai imóvel,Eu assumirei as rédeas da côrte
"O Estado Sou Eu
Minhas celestial metade ocultada no escuro
Vós mentalizarde-vos
Que morável Miguel Ângelo
Fora vosso desprezado criador"
Versalhes,uma cabaça,vós estrume
Debaixo do solo,merda é expelida como flocos
Do Centáuro,Meu corrupto Deus erguei-vos
À cerimónia de meu velho amigo,Virgil
Seu cérebro,feito dos cortados
Ejacula ouro dos frizos do palácio
Meu lacaio,meu lascivo,minha possessão
Aproxima a tua Serpente do amor da guilhotina sacerdotal...
Lançai o sinal do silêncio...
Devemos subir,subamos aos Céus
Lançai o sinal da traição...
Teremos que expelir o sangue,expelir o seu sangue
O Cemitério aguarda Vosso cadáver
Lançai o sinal so silêncio...
Deformai Vossa máscara de ferro,bastardo
Vomitai o sinal de Philip...
"O Estado Sou Eu
Tomarei as rédeas da côrte
Mentalizai-vos
Minha estupidamente Morte
Fora minha Autora".
Correi dentro do narcisita corredor para enferrujar as aias
No Eufemismo estava descrito
Era a Vossa celestial metade emergindo da poeira
Cambaleando e com o Deus maldito,o mendigo
Detonem as torres,Ele próprio se rebaixa
Rasteja com amantes,secai-os na neve
Mergulhai no poço de Mobi
Chamem Atlante e Tonante
Cubra Marte e Vénus
Vosso reino está prestes a desabar
Rasgai este ser nojento transversalmente no trono
Lunático,Regedor Eu desejo vossa caveira
Seis milhões de cavalos
Terão carregado vosso cerrado espelho
Até ao dia em que Ele terá carinhosamente mordido o isco...
Irreflectido como mármore ergue-se no grito de zéfiro
O Apogeu com prazer nas vossas corruptas dignidades
"O Estado Sou Eu
Minha celestial metade oculta no escuro
Vós mentalizarde-vos
Que moral Miguel Ângelo
Fora Vosso desprezado criador"
Fanatismo Versus Hipócrisia
Inflexibilidade em vulva
Saudem os amigos da Onça
No cemitério de água suja
Apresentem vossa cunha à Vaidade
Minhas irmãs de Luxúria
Onde estava o sol quando me deveria prestar vassalagem à parte?
Ficai imóvel,Eu assumirei as rédeas da côrte
"O Estado Sou Eu
Minhas celestial metade ocultada no escuro
Vós mentalizarde-vos
Que morável Miguel Ângelo
Fora vosso desprezado criador"
Versalhes,uma cabaça,vós estrume
Debaixo do solo,merda é expelida como flocos
Do Centáuro,Meu corrupto Deus erguei-vos
À cerimónia de meu velho amigo,Virgil
Seu cérebro,feito dos cortados
Ejacula ouro dos frizos do palácio
Meu lacaio,meu lascivo,minha possessão
Aproxima a tua Serpente do amor da guilhotina sacerdotal...
Lançai o sinal do silêncio...
Devemos subir,subamos aos Céus
Lançai o sinal da traição...
Teremos que expelir o sangue,expelir o seu sangue
O Cemitério aguarda Vosso cadáver
Lançai o sinal so silêncio...
Deformai Vossa máscara de ferro,bastardo
Vomitai o sinal de Philip...
"O Estado Sou Eu
Tomarei as rédeas da côrte
Mentalizai-vos
Minha estupidamente Morte
Fora minha Autora".
terça-feira, 26 de agosto de 2008
De porcelana era concebido
Moldado, castigado
O O Negativo corre nos tunéis
Frígido
Aprisionado no seu grito
Voando em minhas veias
Baloiçando em lâminas de espadas
Irónico com o santficado manejar
"Com fogo ofuscante,traindo tua visão
Os pensamentos contigo sufocam,desgraça
Então ardemos em nuvens,onde os coros são proibídos de cantar
As feridas rastejam,de volta à minha mente...
(E à noite o Cemitério e o Calvário aguardam
Dos túmulos arcados uma cruzada calcar de malícia
Orquídeas nos ruídos a um bater de asas sombrio de um morcego
Cruel Lua Branca comete meu passar)"
Por detrás da maldição de Rednella
No biombo feito de decadente azul
Eu levarei comigo a tua semente para o caixão
Deitado no ventre de granito
Ao Deus esfolar a pele pagã
Contra as minhas chagas
O Vermelhão será liberto em mim
"A cinza vermelha como o vácuo foi desenhada
Negra vassalagem que nunca acontecera
Deformada com criaturas que oram...
Infectado pelos batimentos condenados
Fogo humedece a prosseguida dor
Na bandeira da qual não sou sacerdote
A espessa pele conta decrescentemente para discordar
Imperfeito pelos batimentos incorrectos
Tórridos Imperfeitos Batimentos
Meus Condenados Batimentos
Retarda minha chegada,com orgias de maravilha
Com coroas de rosas,estes espinhos de trovão
Meus trilhos zodíacos,teus ventos a atrair
Desloca meu pescoço..."
"Negados em chamas,fixo incandescente incenso
O enigma enjoa apenas o traço exagerado
Debaixo do seu quadro, so seus rostos separados
Fazem a libertina cópula para obter a benção da Morte"
Pluma Cristalina
Restos mortais no caminho
...
Ravinas onde nunca poderei descansar...
Moldado, castigado
O O Negativo corre nos tunéis
Frígido
Aprisionado no seu grito
Voando em minhas veias
Baloiçando em lâminas de espadas
Irónico com o santficado manejar
"Com fogo ofuscante,traindo tua visão
Os pensamentos contigo sufocam,desgraça
Então ardemos em nuvens,onde os coros são proibídos de cantar
As feridas rastejam,de volta à minha mente...
(E à noite o Cemitério e o Calvário aguardam
Dos túmulos arcados uma cruzada calcar de malícia
Orquídeas nos ruídos a um bater de asas sombrio de um morcego
Cruel Lua Branca comete meu passar)"
Por detrás da maldição de Rednella
No biombo feito de decadente azul
Eu levarei comigo a tua semente para o caixão
Deitado no ventre de granito
Ao Deus esfolar a pele pagã
Contra as minhas chagas
O Vermelhão será liberto em mim
"A cinza vermelha como o vácuo foi desenhada
Negra vassalagem que nunca acontecera
Deformada com criaturas que oram...
Infectado pelos batimentos condenados
Fogo humedece a prosseguida dor
Na bandeira da qual não sou sacerdote
A espessa pele conta decrescentemente para discordar
Imperfeito pelos batimentos incorrectos
Tórridos Imperfeitos Batimentos
Meus Condenados Batimentos
Retarda minha chegada,com orgias de maravilha
Com coroas de rosas,estes espinhos de trovão
Meus trilhos zodíacos,teus ventos a atrair
Desloca meu pescoço..."
"Negados em chamas,fixo incandescente incenso
O enigma enjoa apenas o traço exagerado
Debaixo do seu quadro, so seus rostos separados
Fazem a libertina cópula para obter a benção da Morte"
Pluma Cristalina
Restos mortais no caminho
...
Ravinas onde nunca poderei descansar...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
"Ária Na Memória De Afonso Madeira , o Eunuco"
Vieram 28 Outonos e uma Atrocidade.
De barítono era a sua voz,
Belo,como o ébano revestido de pôr do sol,
Amado e desejado pela besta real,
Preso ao estigma de viver noutro corpo,sem a virilidade,
Somente desejou mergulhar no poço feminino,
E rejeitar mais uma vil cópula nocturna com Pedro.
Afonso,querido...
Sempre desejei sentir o peso do teu corpo
Sobre o meu,no meu leito de volúpia.
Poder morder o teu toque de bom homem
Enquanto te submetias sem um único queixume
Á minha malícia.
Uma tragédia foi cravada desgraçadamente
No nome Madeira.
Um mau génio foi cravado impiedosamente
No nome Karmo
Jussara Corrupto Do Karmo
De barítono era a sua voz,
Belo,como o ébano revestido de pôr do sol,
Amado e desejado pela besta real,
Preso ao estigma de viver noutro corpo,sem a virilidade,
Somente desejou mergulhar no poço feminino,
E rejeitar mais uma vil cópula nocturna com Pedro.
Afonso,querido...
Sempre desejei sentir o peso do teu corpo
Sobre o meu,no meu leito de volúpia.
Poder morder o teu toque de bom homem
Enquanto te submetias sem um único queixume
Á minha malícia.
Uma tragédia foi cravada desgraçadamente
No nome Madeira.
Um mau génio foi cravado impiedosamente
No nome Karmo
Jussara Corrupto Do Karmo
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