A Fradique...
Ressoa o minueto,nos ecos do romantismo
Uma pintura bem mais alta que o olhar ignóbil
Da Razão.
A postulada sedução da segregação
Vem a caminho lentamente a divagar.
Quando Manuel Maria pede piedade,a realidade
Corta o coração.
Debalde,o esbatimento de Minerva sobre a Terra.
Gritemos pois contra o Dantas com ardor nos olhos.
Errante alvoroço,o meu idóneo manifesto.
Mas quando o minueto não mais ressoar
A ignorância que se estende sobre Ébora
Irá não mais divagar.
Somos aqui condenados se possuímos arte,
Se não possuímos arte aqui somos condenados.
Já se certos Dantas vivem aqui hoje,Portugal
Será,e é um antro de perdição.
Os Dantas de hoje que vão dançar o só-li-dó
Para outro lado.
Sendo assim temos que tirar a arte da vista dos Dantas!!!
Morram os Dantas!Morram!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O Amanhecer do Poeta Resguardado de Sumo
Querê-mo-lo de volta,mas a perda adora-o
Este Apólo inexistente e casto.
Aclamê-mo-lo pois senhor de Phallustein,
Sua infinita caminhada tem,senhor de mil conhecimentos.
Suas Lapidarias de patrício acinzentadas,
Repousadas no seio sábio,
Cortam apetites de repugnância.
Sua face um lago de pérolas,este marechal de elite
Conta inúmeras cordas cerebrais desfeitas.
Lisboa para o poeta das Lapidarias era um jardim
De pedra,com caixão à medida.
Cuspimos em monumentos lacustres convencionalmente,
Bebemos anil e a euforia lança-se no pedestal,
O hábito não combina e a beatice não nos
Assenta bem.
Evadimo-nos no fumo e apanhamos as cinzas,
Dá-nos a tua luz,arcanjo,
Antes que subamos a escadaria sem corrimão
E fim.
Este Apólo inexistente e casto.
Aclamê-mo-lo pois senhor de Phallustein,
Sua infinita caminhada tem,senhor de mil conhecimentos.
Suas Lapidarias de patrício acinzentadas,
Repousadas no seio sábio,
Cortam apetites de repugnância.
Sua face um lago de pérolas,este marechal de elite
Conta inúmeras cordas cerebrais desfeitas.
Lisboa para o poeta das Lapidarias era um jardim
De pedra,com caixão à medida.
Cuspimos em monumentos lacustres convencionalmente,
Bebemos anil e a euforia lança-se no pedestal,
O hábito não combina e a beatice não nos
Assenta bem.
Evadimo-nos no fumo e apanhamos as cinzas,
Dá-nos a tua luz,arcanjo,
Antes que subamos a escadaria sem corrimão
E fim.
A Fradique Mendes
Invoco-te,o não pelo mundo em carne recebido,
Todas as suas palavras,pura cobiça,
Onde a tirania não possui nada,nem canto,
E onde a suportável loucura tem fim,e eu não!
Eu invoco-te!
Já é de minha memória o teu oásis.
O obsoleto em parábola,
Este deus frente a mim...
Oh,como a tua sapientíssima alta terá desencadeado
A aclamação e declamação da volúpia em mim,
Tão perfumada como a brisa declama a
Predestinação do Inverno...
E no relento da fúria vejo a tua trilha...
A cripta frui de alma...
Não impune de receber os teus destroços,
Fradique,majestática serenidade,ergue.
Dos esquecidos reais,flui!
Jussara Corrupto do Karmo
Todas as suas palavras,pura cobiça,
Onde a tirania não possui nada,nem canto,
E onde a suportável loucura tem fim,e eu não!
Eu invoco-te!
Já é de minha memória o teu oásis.
O obsoleto em parábola,
Este deus frente a mim...
Oh,como a tua sapientíssima alta terá desencadeado
A aclamação e declamação da volúpia em mim,
Tão perfumada como a brisa declama a
Predestinação do Inverno...
E no relento da fúria vejo a tua trilha...
A cripta frui de alma...
Não impune de receber os teus destroços,
Fradique,majestática serenidade,ergue.
Dos esquecidos reais,flui!
Jussara Corrupto do Karmo
Cambaleemos,sós...
Cambaleemos,sós,neste antro para a Ignorância,condenada pela ancestral desventura.Cresçamos,lá,tão repletos de miséria e desejo e jurarei que é amor.Num adormecido lago,farás a aliança comigo,para nos juntarmos ao prateado luar.
Um horizonte de fogo,a pira que chora,cai no abismo e trai meu olhar,fixo-o em si,oh meu Satyr velado,como é caoticamente incolor o penoso desejar.
Distantes queixumes persistem,lençóis que venerámos outrora,desabem os céus,quebrem-se as piras pendulares.
Meus caprichos,uma rosa encarnada,que grita meu nome da vazia jarra,junto ao leito do lamento.
O torniquete ficara intacto quando deixaste,lembra meus brancos,leves e macios braços ao teu pescoço.
Ouve a música do lamento,as notas quebram-se!
Cambaleemos,finalmente sós,debaixo do luar,onde os cortesãos gumes não nos firam.
Jussara Corrupto do Karmo
Um horizonte de fogo,a pira que chora,cai no abismo e trai meu olhar,fixo-o em si,oh meu Satyr velado,como é caoticamente incolor o penoso desejar.
Distantes queixumes persistem,lençóis que venerámos outrora,desabem os céus,quebrem-se as piras pendulares.
Meus caprichos,uma rosa encarnada,que grita meu nome da vazia jarra,junto ao leito do lamento.
O torniquete ficara intacto quando deixaste,lembra meus brancos,leves e macios braços ao teu pescoço.
Ouve a música do lamento,as notas quebram-se!
Cambaleemos,finalmente sós,debaixo do luar,onde os cortesãos gumes não nos firam.
Jussara Corrupto do Karmo
sábado, 4 de julho de 2009
Apelidei-me Senhora Euphoria,Porque Ódio É Meu Vício
Apelidei-me de Senhora Euphoria
Porque ódio é meu vício
Porque as cordas do coração são de cetim
E os sonhos de caxemira.
Tonta,de pálpebras pesadas,
Vagueio na podre e acolhedora Loucura
Acompanhada de nada
Num jardim de alvorado nevoeiro
Onde o nome de Sebastião não pode ser definido.
De nada e de tudo és feito...
A alma de infante,corpo de Aquiles
O jeito dandy.
Alucinada,divago-te no meu redondo e nívio peito,
Num ávido aperto de te adorar e não te ver.
Quentes noites choro a tua saudade
Com o teu rosto pintado na minha juventude.
Sem descanso de espírito,soluço a dor,
De pedir o teu negado corpo,
A tua negada alma e negada atenção.
Lunática,anseio o pesado sono
E a noite para me guardar do tormento
Que é teu desprezo.
Eu,bela,
Eu,doente,
Sem leme nem maré
Estou,aqui,a sonhar.
Porque ódio é meu vício
Porque as cordas do coração são de cetim
E os sonhos de caxemira.
Tonta,de pálpebras pesadas,
Vagueio na podre e acolhedora Loucura
Acompanhada de nada
Num jardim de alvorado nevoeiro
Onde o nome de Sebastião não pode ser definido.
De nada e de tudo és feito...
A alma de infante,corpo de Aquiles
O jeito dandy.
Alucinada,divago-te no meu redondo e nívio peito,
Num ávido aperto de te adorar e não te ver.
Quentes noites choro a tua saudade
Com o teu rosto pintado na minha juventude.
Sem descanso de espírito,soluço a dor,
De pedir o teu negado corpo,
A tua negada alma e negada atenção.
Lunática,anseio o pesado sono
E a noite para me guardar do tormento
Que é teu desprezo.
Eu,bela,
Eu,doente,
Sem leme nem maré
Estou,aqui,a sonhar.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Dos Mistérios Com Que Não Tenho Ocasião Para Rivalizar
Não suporto rivalizar com esse mundo teu cego,isolado e vago
Não suporto rivalizar com o escudo que te cobre os lindos lunáticos olhos
Não suportas por mim velar
Não suportas o toque meu sequer
Não suportas e não alcanças ver o que unicamente peço.
Não possuo ocasião ao fixar os lunáticos olhos em mim por um minuto.
Não possuo ocasião de trocar palavras que te atem,
Nao possuo ocasião ao petrificar os teus pés no meu solo de vendavais
Não possuo ocasião ao fazer-te dizer precisas eternas palavras.
Não consigo,e exalta-se a fúria
Porque não me destruíste no teu fogo o que basta a fim de saboreares a minha por ti fértil loucura.
Tânia Passinhas
Não suporto rivalizar com o escudo que te cobre os lindos lunáticos olhos
Não suportas por mim velar
Não suportas o toque meu sequer
Não suportas e não alcanças ver o que unicamente peço.
Não possuo ocasião ao fixar os lunáticos olhos em mim por um minuto.
Não possuo ocasião de trocar palavras que te atem,
Nao possuo ocasião ao petrificar os teus pés no meu solo de vendavais
Não possuo ocasião ao fazer-te dizer precisas eternas palavras.
Não consigo,e exalta-se a fúria
Porque não me destruíste no teu fogo o que basta a fim de saboreares a minha por ti fértil loucura.
Tânia Passinhas
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Primeiro Texto de Intervenção
Biscoitos Moles
Quem não se dá ao trabalho de ler um bonito poema, pensar numa teoria, apreciar um quadro, perguntar quem é, é um biscoito mole e podre feito no forno da Maria de Lurdes, nossa Ministra da Educação. É um farrapo humano, um inútil, um incompetente, um insolente e um ignorante! É um parvo, caboco e um cuecas-do-avesso! É um nazi, é o ranho dos caracóis! Não há pessoa alguma que ponha no altar de casa uma estátua de uma menina fácil e burra, e ainda não há, nem nunca houve quem queira, num quarto de motel, um homem a feder a burrice.
Quem não der razão às palavras acima é fã nº 1 de José Sócrates e é um mal-vestido! Quem não ligar às palavras acima pode deixar o cérebro e o corpo às moscas, como as fezes. E ainda hão-de ver os reitores das universidades com um tridente atrás a massacrar-vos o rabo de tanta garfada, bem como os directores de turma vos envergonham diante de toda a turma!
Quem quiser ser como a Milu e o Sócrates que seja, mas os abutres vão vos arrancar a carne!
Biscoitos Moles por Castro Peres & Marcela Afonso, representantes, poetas e presença dos abutres
Quem não se dá ao trabalho de ler um bonito poema, pensar numa teoria, apreciar um quadro, perguntar quem é, é um biscoito mole e podre feito no forno da Maria de Lurdes, nossa Ministra da Educação. É um farrapo humano, um inútil, um incompetente, um insolente e um ignorante! É um parvo, caboco e um cuecas-do-avesso! É um nazi, é o ranho dos caracóis! Não há pessoa alguma que ponha no altar de casa uma estátua de uma menina fácil e burra, e ainda não há, nem nunca houve quem queira, num quarto de motel, um homem a feder a burrice.
Quem não der razão às palavras acima é fã nº 1 de José Sócrates e é um mal-vestido! Quem não ligar às palavras acima pode deixar o cérebro e o corpo às moscas, como as fezes. E ainda hão-de ver os reitores das universidades com um tridente atrás a massacrar-vos o rabo de tanta garfada, bem como os directores de turma vos envergonham diante de toda a turma!
Quem quiser ser como a Milu e o Sócrates que seja, mas os abutres vão vos arrancar a carne!
Biscoitos Moles por Castro Peres & Marcela Afonso, representantes, poetas e presença dos abutres
Subscrever:
Comentários (Atom)